Ethos Africano nas Irmandades

As irmandades religiosas africanas foram de facto instituições onde foi possível a reelaboração do ethos africano. Elas constituíram o local onde fecundou o embrião do culto aos orixás a partir da união de cultos religiosos específicos de cada etnia, possível, é bem verdade, pela similaridade ritual em torno de um deus comum iorubano. Resistia-se, assim, à tentativa branca de impedir a organização africana em torno de um propósito comum de resistência cultural e política.

Luiz Nascimento, Presença do Candomblé na Irmandade da Boa Morte.
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